sábado, 16 de março de 2013

Paróquia de Sant’Ana inova e realiza Arena Jovem


As paróquias de Caicó estão realizando até este domingo, dia 17, a Semana Fraterna da Juventude, uma programação para apresentar as propostas e objetivos da Campanha da Fraternidade 2013 e envolver os jovens da cidade. Entre as várias atividades programadas para esses dias, a Paróquia de Sant’Ana realizará hoje (16) a Arena Jovem.
A Arena será um debate em praça pública sobre o tema “Autonomia e Protagonismo Jovem”. O evento acontecerá em frente à Catedral de Sant’Ana, a partir das 20 horas. “Queremos construir um diálogo com a juventude, convidando para discutir temas importantes, com a presença de profissionais de diferentes áreas”, ressaltou o pároco, padre Edson Medeiros.
O tema terá como debatedores o padre Rodrigo Ubaldo, o professor Francisco Félix e Roberto Diniz, presidente da OAB Subseção Caicó. Também participarão da Arena Jovem o Grupo Risoterapia, apresentando o projeto social desenvolvido nos hospitais caicoenses e o jovem Edilson Jesus, contando seu exemplo de superação.
A programação também contará com apresentações culturais. Para acomodar o público, será montada uma estrutura com cadeiras, sonorização e iluminação. “A Arena Jovem será um espaço de evangelização e de cidadania. A juventude é prioridade para a Igreja do Brasil em 2013 e não é diferente em nossa Paróquia”, enfatizou padre Edson.

39 comentários:

  1. UM PAPA INSPIRADO POR SÃO FRANCISCO E DA COMPANHIA DE JESUS. TÔ COM UMA VONTADE, GRANDE, DE FREQUENTAR A MATRIZ DE NOSSA SENHORA DOS AFLITOS. AGORA SE EU TIVER A CERTEZA QUE O PADRE VAI PREGAR O EVANGELHO DE TIAGO, CORREREI PARA A MISSA, AGORA MESMO.

    ESCORA DE CARDEIRO.

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  2. TIAGO - CAPÍTULO III

    "Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo.

    Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo.

    Ora, nós pomos freio nas bocas dos cavalos, para que nos obedeçam; e conseguimos dirigir todo o seu corpo.

    Vede também as naus que, sendo tão grandes, e levadas de impetuosos ventos, se viram com um bem pequeno leme para onde quer a vontade daquele que as governa.

    Assim também a língua é um pequeno membro, e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia.

    A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.

    Porque toda a natureza, tanto de bestas feras como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana;

    Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.

    Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.

    De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim.

    Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?

    Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas, ou a videira figos? Assim tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce.

    Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria.

    Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.

    Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica.

    Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa.

    Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia.

    Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz."


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  3. TIAGO - CAPÍTULO IV

    De onde vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam?

    Cobiçais, e nada tendes; matais, e sois invejosos, e nada podeis alcançar; combateis e guerreais, e nada tendes, porque não pedis.

    Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.

    Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.

    Ou cuidais vós que em vão diz a Escritura: O Espírito que em nós habita tem ciúmes?

    Antes, ele dá maior graça. Portanto diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

    Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.

    Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações.

    Senti as vossas misérias, e lamentai e chorai; converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza.

    Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará.

    Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, e julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz.

    Há só um legislador que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?

    Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos;

    Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece.

    Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo.

    Mas agora vos gloriais em vossas presunções; toda a glória tal como esta é maligna.

    Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.

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  4. Não fique triste quando ninguém notar o que fez de bom
    Afinal...
    O sol faz um enorme espetaculo ao nascer,e mesmo assim, a maioria de nós continua dormindo

    Charles Chaplin

    Coberto com a aragem doce e perfumada do açude
    eu assistia por entre a copa da cajaraneira
    as Estrelas dançando xote
    Afinal...
    Eu esperava o Sol
    Para contar-lhe sobre meu desejo intenso
    de alumiar os cantos escuros de minha alma

    Doido Oto

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  5. Feliz é aquele que vê a felicidade dos outros sem ter inveja. O sol para todos e a sombra pra quem merece.

    Bíblia Sagrada

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  6. Quando não ficamos com nossa alma gemêa, viramos alma perdida vagando pelo mundo, tentando suprir a solidão com outras almas que também se perderam..

    Fabiana

    Sem teu carinho
    uma terrível tempestade
    Sem teus elogios
    as feras uivam
    Sem ti
    fico perdido numa terra medonha
    Sem teu amor
    quem me anunciaria o Bem?

    Doido Oto

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  7. Não quero o vômito dos abutres
    tampouco as frutas maduras nas árvores
    Não quero uma mulher feia batendo numa lata
    tampouco a dança sensual da beldade
    Não quero morar no pior barraco da favela
    tampouco nos palácios
    Não quero esmola de mendigo
    tampouco o braço longo dos tesouros
    Não quero o recanto mais desanimado do coma
    tampouco o vôo do Beija-Flor
    Quero o farol da vida...
    Quero morar no Sol, máquina de Deus

    Doido Oto

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  8. Ciúme

    Monta na insegurança.
    Cavaleiro da vigilância mórbida.

    Se retira no aposento macabro da paixão.

    Toma um banho na ducha da angústia,
    janta dependência
    e deita no casulo da desconfiança

    Doido Oto

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  9. Rejeição

    Repugnante, tal qual
    ferida comichosa se avizinhando da boa mesa.
    Sórdido, tal qual
    bilhete maldito lido na confraternização.
    Vergonhoso, tal qual
    mendigar afeto à mulher apaixonada por outro.

    Terminada a colheita diária da rejeição,
    o pior fruto do sentimento,
    senhor pérfido é acomodado num conjunto vazio.

    Doido Oto

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  10. Obsessão

    Os neutrinos não ficaram comigo,
    tampouco meus vinte e um anos.
    O tempo arrancou o limoeiro lá de casa,
    também a beleza de Arlete de Mauro Silva.


    Só não passa a obsessão,
    tirana de minh’alma.
    Devora minha espontaneidade.
    Empanturra-me de um único desejo,
    sem direito à arripunação.

    Doido Oto

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  11. Aurora

    Ó portal do esconderijo da noite!
    Esconda o caixão do Drácula.
    Antes incinerar-se na luz,
    a viver a vida treva.

    Ó alva que matiza o baile dos astros!
    Ó pincel que pinta a manhã!
    Ó luzir dos olhos matutinos!
    Chame os homens à meditação.
    Assente-os no transporte divino.

    Doido Oto

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  12. A Desculpa

    Minha tristeza diz que
    me dirá adeus
    somente
    em meu lugar preferido
    Mentira!
    A tristeza não parte de lugares
    mas
    sim
    de sentimentos

    Doido Oto

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  13. O vizinho desanimado das galáxias

    Nunca fui a lugares da moda,
    a futilidade não me quer.
    Nunca foi riquíssimo,
    o oportunismo brigou comigo.
    Nunca fui lindo,
    minha genética é subalimentada.
    Nunca fui inteligente,
    meu raciocínio é trancafiado.
    Nunca fui santo,
    a bem-aventurança não me dá notícias.
    Nunca fui mau,
    a covardia me despreza.

    Doido Oto

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  14. A QUEDA

    Bebeu tonéis de egoísmo,
    feriu muito
    e sufocou a razão.
    Foi condenado como destruidor de destinos.
    Preso na masmorra da rejeição,
    tinha como companhia permanente,
    os trigêmeos, angústia, torpor e medo.

    Estilhaçado e entrevado, a aurora no mar não acende seus olhos, as Artes não o emociona e os sorrisos dos bebês não encontram a inocência em sua alma.

    Doido Oto

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  15. O MELHOR DO CERTO?

    Você diz que sou interessante.
    Eu, sensato?
    Você diz que sou lindo.
    Eu, mimético?
    Você diz que sou santo.
    Eu, judicioso?
    Você diz que sou o oposto do Bem.
    Eu, incompleto?
    Você diz que sou tudo o que há de bom.
    Eu, herdeiro de Deus?

    Doido Oto

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  16. Dos Aflitos T. dos Batistas21 de março de 2013 04:42

    Estou trabalhando graças a deus aqui no acude lagoinha municipio de T.dos Batistas, eu sou mole pra mim emprego em JP,não apareçe nem pra lavar cu de cachorro, o jeito e vir pra qui mesmo, estou trabalhando e o que importa na roça.

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    1. pode se aprontar, dos aflitos. vou lhe buscar, agorinha mesmo. quando você escutar a zoada do helicóptero, acunhe. nós vamos para las vegas. vamos aplicar, nos gringos, tudo aquilo que a gente aprendeu com magal, lá em véi bita e Daniel. Pedro bujão quer ir, mas eu acho muito perigoso. pedim, só sabe andar nas sombras. lá em nevada tem muito neon e tungstênio incandescente, né não?

      escora de cardeiro

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  17. PELA ESTRADA PARALELA À LAGOA DE PEDRO NECO

    As Juremas,
    tenazes moradoras da Caatinga,
    murcham ao sentir o bafo do Coisinha,
    mau-caráter,
    bajulador de poderosos e depreciador de pobres.


    A pedra,
    pensão de movimentado mundo atômico, paralisa-se ante a angústia do, compulsivo "pato",
    Jogador,
    que perdeu todo o dinheiro da feira.

    A poeira,
    moradora mais errante da estrada, corre para um domicílio,
    ao ver o passeio,
    tão tresvariado,
    do Bêbado.

    O vento,
    contumaz dançarino da estrada,
    abandonou o baile.
    Para não ter que se encontra com o Louco, Ser,
    de atitudes,
    excessivamente,
    improvisadas.

    Doido Oto

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  18. SEM ACESSO AO MÉTODO DE DEUS

    Preciso ver o rosto do irrevelado.
    Preciso me posicionar na dianteira da eternidade.
    Preciso estar depois do infinito.
    Preciso da instrução normativa da fábrica de mistérios.

    - Preciso da Felicidade imortal.

    Doido Oto

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  19. SEDOSA

    Perguntei
    quem viu minha eva
    às aves viajeiras de visões cosmopolita
    aos anciões que terão pouco tempo de vida
    mas todo
    a observar
    e aos postes que espiam
    de dia
    com os olhos do Sol
    de noite
    com as bilas da eletricidade

    Sou adão
    Minha deusa
    da paixão
    é eva
    Preciso do cheiro
    do olhar em beijo
    e do carinho dos laços
    Eva transa o Kama Sutra
    Eva já deu amassos em Platão

    Eeeeeevaaa!!! de Zilnar???


    Doido Oto da Silva Dino

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  20. TITÃ ETÍLICO

    Gargarejei o Atlântico e cuspi no Saara
    Arremessei icebergs nos lajeiros quentes de Caicó.
    Chutei o Everest de voleio para o Maracanã.
    Obriguei esnobes a andarem maltrapilhos nos salões dos palácios.
    Hospedei, à força, presidentes no subúrbio da favela.
    Levei um puxavão de orelhas de Deus,
    e fui chorar nos arredores de Plutão.

    Doido Oto Gonçalves

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  21. VIDA DESEMBESTADA

    Acordei no cemitério,
    porque na noite anterior os vivos fugiram de mim. Logo cedo fui ao cabaré,
    reduto dos maus amados.
    Sem querer abri as janelas d’alma duma prostituta. Num canto triste de sua vida,
    seus pais, aflitos,clamavam:
    tire meu bebê deste lupanar!

    Tomado pelo remorso e sob total desequilíbrio, cavalguei em direção ao lar.
    Precisava recomeçar. Caí,algumas vezes,do mal montado corcel. Resfolegava à sombra de uma Oiticica. Senti uma vontade irrefreável de chorar, de fazer reconsiderações.
    Senti que Deus me fitava.
    Seu olhar exigia,que eu limpasse minha alma.
    Limpei, mas, meu corpo no açude.

    Espichado, alpendre, numa rede de dormir,
    me cobri com macabros pensamentos.
    Fui assombrado, até as assombrações se cansarem. Por sorte fui acalentado pelo vento norte. Quando dei por mim, já era outro dia. Daí, com minha contumaz imaturidade, avancei sobre um carpe diem desembestado.


    Verrückt Oto Damm Voll

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  22. EXTREMO DESAPEGO

    Não joga pedras em cachorro sem dono,
    tampouco bate palmas pra celebridades.
    Não aperta as mãos dos depravados,
    tampouco se ajoelha aos pés dos santos.
    Não luta pelos submissos,
    tampouco se curva à presença do rei.
    Não pragueja quando sente dor,
    tampouco se altiva num eventual prazer.
    De perto, é transparente.
    De longe, inexistente.

    Doido Oto

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  23. ESTOURO

    Sou contumaz da debandada,
    porque sou alimento da assombração.
    Sou passageiro do abismo,
    respiro o bafo da destruição.
    Sou total inquietação.

    Doido Oto

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  24. ACALANTO SIDERAL

    Nas nuvens,
    desci numa cortina d’água.
    Dancei com a correnteza, até o açude,
    cantando minha oração preferida.
    No divã de areia branca,
    puxei o firmamento pelo zênite,
    me cobri com o céu estrelado e
    dormi.
    Luzi?

    Doido Oto Damm Voll

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  25. ASSIM CAMINHA A MACACADA

    Eu atravessei o estreito de Bering.
    Ela foi para Índia.
    Lembrei de minha antiga namorada,
    “Lucy in the sky with diamonds”,
    Da Casa Australopithecus Afarensis.

    Há milênios nossos corpos e mentes mudam
    Tanto
    e tão...que laçamos o Mundo.

    Doido Oto

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  26. MARINHA

    Eu, em Baia Formosa.
    Ela, na costa leste d'África espetacular.
    Mato a saudade de minha namorada.
    Pelo pulso sutil do mar.

    doido oto Dino
    mais bonito de coipu
    do que adino.
    compadre de major georgino.
    não sou nem parente da cachorrinha da raposinha zé Agripino,
    e sim, de netão de chico dino.

    eu era tão feliz
    quando recebia merendinha
    de trovinha
    de veninha
    que saudades de dona branquinha
    de tilinha
    de margaridinha
    socorrinha
    Teresinha
    saletinha
    da latada de aninha

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  27. NICHOS MOVIDOS A ÁLCOOL, ONDE SE EXCITA O EGO E SURRA A ALMA.

    Morando debaixo do viaduto,
    o pinguço intentará atendimento eficaz, lá no **pé sujo.
    No mal-frequentado,
    o biritado planeja ser admirado no festim.
    No banquete,
    o bêbado social sonha figurar no evento colunável.
    No fausto,
    o viciado, em bebidas caras, articula para desfilar na alameda mundial do pavão.
    Na suntuoso,
    O drogado, de raridades etílicas,
    delira ser um deus.

    Doido Oto

    **né, lá em neto santiago Souza, não, é?

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  28. SÃO TOMÉ INTERROMPIDO

    Deus constrói galáxias.
    Bravo!
    Deus desenfada a existência.

    Doido Oto

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  29. ALPENDRE DESPEDAÇADO

    Fugitivos da penitenciária da memória,
    brados e ditos da insensatez rapinam as consciências,
    eclipsam os bons pensamentos,
    desmantelam o equilíbrio e
    arruínam os bons momentos.

    Doido Oto

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  30. RESSURREIÇÃO

    Preciso me elevar,
    do chão escuro,
    da floresta da vida.
    Lançarei gavinhas na árvore da sabedoria,
    Da qual ouço falar, a eloqüente verdade, que, de sua copa iluminada,
    contempla-se os domínios da existência,
    e, os motivos de suas seções.

    Doido Oto

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  31. SONHO E PESADELO

    Idílio no passeio, de repente a cerca da extrema pobreza, circunstanciada de doença e imundície. O olfato convencionou repugnância. Pior. Nocaute na aura da visão,
    o sentido mais perto da alma - Proclamou-se a dor, lembrou-me que ainda é impossível ser feliz sem sofrer.

    Cama doce, mãos entrelaçadas, motivadas, pelo amor. A sétima arte inspirava emoções construtivas. A satisfação era o combustível da troca de olhares. De repente, lá de fora, uma ária famélica demoveu a sessão - hei me dê um pão,
    um restinho de comida pra... levar pra minha mãe - proclamou-se a dor, lembrou-me que ainda é impossível ser feliz sem sofrer.

    Bosque viçoso e clima carinhoso. A mente singrava o mar da meditação profunda.
    De repente disparos tecnológicos e orais,
    num intento violento de subjugar.
    Havia revelação criminal.
    Fecharam minha amplitude, apagaram minha iluminação e me raptaram de Deus
    - proclamou-se a dor, lembrou-me que ainda é impossível ser feliz sem sofrer.

    Doido Oto

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  32. MORMAÇO

    Minha luz estava apagada.
    A estrada me cansava.
    A esperança se despediu de mim.
    Meus devaneios indagaram:
    quem são os pais daquele Ipê?
    Quem amou construir aquela ponte?
    Aquele gari pede o quê pra Deus?
    por onde andam Hitler, Buda, Nero,
    São Francisco e meu tataravô?
    Os Camelos passarão pelos buracos das agulhas?

    Doido Oto

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  33. SÍTIO BOM LUGAR

    Acordar, com a passarada em sinfonia,
    com a regência dos sinais naturais do amanhecer.

    Flutuar no açude, contemplando a Lua, crescente, branca, luminada. Passeando no lume azul do céu.

    A dança, de rosto colado, do vento com o arvoredo, ao som dos risos das crianças em folguedos.

    Pôr do Sol, em cerimonial, abrindo o baile dos astros.

    Doido Oto

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  34. SENSORIAIS

    O matiz dourado firma a luz no ambiente festivo, na mansão dos compulsivos
    por mimos sensoriais.
    O frenesi aos sentidos mascara tratos e lembranças de depressivos memoriais.

    Doido Oto

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  35. MASSACRE

    Garras infalíveis atravessavam um corpo.
    O algoz com olhar enviesado,
    numa mescla de fúria e escárnio,
    trucidava o corpo e empobrecia a alma da vítima indefesa.
    Predação e desprezo, acordados, na fera.


    A lâmina inutilizava o corpo do Vison. Logo, os restos mortais despelados teriam como jazigo, o monturo. Mas sua pele reluziria sobre ombros, no festival. Numa explícita rapina em prol da vaidade.

    Criminoso, confesso, aprisionado.
    Elemento reside na casa da angústia
    e deita no leito da tortura. Sinceramente arrependido, deseja a liberdade, como o refém precisa do lar. Mas perde seu olhar num horizonte de desesperança. É negado o perdão depois do castigo e da correção.
    Num explícito acanalhamento dos direitos humanos.

    Doido Oto

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  36. A seca do nordeste faz anos que chegou em Brasilia,antigamente de quinze, oito dias o acude sagrava,agora piorou a seca.

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    1. tem razão, seu meteorologista. antes as chuvas eram de sapo pedir canoa. agora nem pinga. então "eu vou ficando por aqui..." tô com medo que no dia que chover, o mercado, ainda, não esteja vivo. pior. os menino de compadre neguim da barra.

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    2. sem água, não posso ir nadando. por terra, meu cavalo tá estrupiado. pelo ar, perdi as asas. por pensamentos, não consigo encontrar a realidade. e agora, caba de, tirina, josias e esperidião?

      "Meu pobre cachorro, quem dá de comer?... e meu gato? Com fome, sem trato mimi vai morrer... meus brinquedo e meu pé de fulô?
      ai, ai, ai, ai...êpa!!! parece que relampejou por riba daquela agência bancária! também já era tempo, neto Santiago Souza e dedé careca não aguentam mais, de tanta saudades. já!!!

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